segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Porque 2011 e 2012 precisam passar rápido em Mosqueiro

Porque 2011 e 2012 precisam passar rápido em Mosqueiro - Prof. Eduardo Brandão


Com a passagem de um ano para outro costumamos fazer uma reflexão sobre o que passou e o que virá. Para nós, em Mosqueiro, o resultado desta reflexão em nada é animador. Um conjunto de desmandos, omissões e desatinos das últimas administrações formou um cenário que vem provocando um grande desalento para moradores, empresários e visitantes, principalmente àqueles que nutrem um sentimento responsável pelo futuro de um lugar que vem encantando gerações. Não é por acaso que presenciamos a mobilização de muitos para eleger Mosqueiro uma das 7 Maravilhas do Pará. Sabemos que no seio de nossa sociedade existem diversas pessoas que só querem tirar proveito dos valores que um lugar oferece e quase nada fazem para retribuir o que recebem de bom. Costumo chamar esses indivíduos de cidadãos gafanhotos, depois de destruir a folhagem de um vegetal partem para outro e desta forma se transformam em verdadeira praga, acreditem, uma praga humana. Porém é na administração pública, onde pagamos os salários de indivíduos para promover o bem comum, que enfrentamos nossos maiores problemas. Numa região, como o norte do Brasil, onde o percentual de domicílios atendidos por sistema de tratamento de esgoto dificilmente ultrapassa 5%, Mosqueiro está perdendo a oportunidade de ter mais de 60% de seus domicílios com seus esgotos tratados. Tudo porque a atual administração, alegando problemas na execução da obra na administração anterior abandonou os mais de dez milhões de reais investidos pelo cidadão contribuinte. As bombas das estações elevatórias foram danificadas, roubadas e nenhuma manutenção foi dada. CONTINUA: Porque 2011 e 2012 precisam passar rápido em Mosqueiro

domingo, 16 de janeiro de 2011

FENAM divulga nota oficial sobre MP que alterou bolsa dos médicos residentes

A Federação Nacional dos Médicos, analisando a Medida Provisória que alterou o valor da bolsa para os médicos residentes, regulamentou a extensão da licença maternidade e definiu sobre a licença paternidade, também alterou o direito de alojamento anteriormente previsto em lei ora vigente, assim se posiciona.

Os avanços conquistados são acolhidos como solidificação dos preceitos essenciais para o ensino médico e congratula-se com todos os seguimentos facilitadores desses avanços.

A FENAM analisa a alteração dos preceitos de concessão do alojamento como não recomendável para os fundamentos de formação dos médicos, portanto, possibilitando repercussões de inqualificação no ensino da residência médica.

Diante das evidências, a FENAM entende imprescindível a garantia de direitos consagrados por conquistas anteriores e se posiciona na defesa da supressão de todo e qualquer preceito legal que altere ou comprometa direitos de trabalhadores arduamente conquistados.

A FENAM defende, ainda, tratativas junto ao Congresso Nacional para que sejam efetivadas modificações dessa Medida Provisória e se alinha a todas as entidades médicas e da sociedade, que professam essa mesma compreensão.

Brasília, 13 de janeiro de 2011



Dr. Cid Célio Jayme Carvalhaes
Presidente

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