quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Angiologistas e cirurgiões vasculares vão parar no dia 27/04

Reunidos em São Paulo os 24 presidentes das regionais da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e o presidente da nacional decidiram parar o atendimento pelos planos de saúde em angiologia e cirurgia vascular no dia 27 de abril de 2011. A paralisação nacional é em defesa do médico, para exigir implantação plena da CBHPM reajuste dos honorários médicos, e do paciente, para garantir que suas cirurgias sejam autorizadas sem imbróglios quanto à liberação de órteses, próteses e materiais endovasculares.

Durante os meses de dezembro e janeiro, as regionais enviaram proposta implantação da CBHPM sem sucesso. Nenhum presidente de regional recebeu retorno dos convênios quanto às solicitações expressas nos ofícios enviados.

Ficou decidido ainda que a SBACV encaminhará à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) uma solicitação de inserção na tabela do TUSS (Terminologia Unificada em Saúde Suplementar) os valores em reais (R$), de acordo com os valores da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) e com reajuste anual. Os médicos querem que os planos adotem a CBHPM plena que, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), representa o valor mínimo de remuneração médica.

De acordo com o presidente da SBACV, Guilherme Pitta, os honorários médicos estão defasados em 156% nos últimos dez anos “Os planos reajustam seus valores, mas não repassam aos médicos. Apenas 11% dos gastos dos planos são com a classe médica. Queremos melhorar não só a remuneração, mas também nossa condição de trabalho. Muitas vezes o plano não aprova a realização de exames ou a liberação de materiais para cirurgias”, diz o presidente da SBACV. Segundo Pitta, o valor médio pago pelas operadoras por uma consulta no país hoje em dia é muito baixo de R$ 32 a 50 reias.

Em paralelo, os representantes em cada estado da SBACV vão aos respectivos Conselhos Regionais solicitar a edição de uma resolução como a do CRM de Brasília (nº 317/10) que garantiu aos médicos a implantação da CBHPM com banda positiva e negociações agora tratadas entre os planos e as entidades médicas representativas. O texto também afirma que o valor do honorário será o mesmo independente da acomodação do paciente (quarto ou enfermaria).

Fonte: Vithal Comunicação Integrada

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