quinta-feira, 29 de setembro de 2011

II Seminário Médico-Mídia do nordeste acontece em Natal

Médicos e jornalistas deram início hoje (29) a uma jornada de palestras e mesas-redondas, no Sindicato dos Médicos do RN. É a segunda edição do Seminário Regional Médico Mídia NE, evento que busca o entrosamento das duas profissões para uma maior qualidade na veiculação de notícias da área médica.


A abertura aconteceu pela manhã com a participação do Presidente do Sinmed, Geraldo Ferreira, e o Secretário de Comunicação da Federação Nacional dos Médicos, Waldir Cardoso. Participaram também, a vice-presidente do Sinmed, Mônica Cristina, e Edson Gutemberg, Secretário de Educação Permanente da Fenam. Em seguida, o secretário da Fenam apresentou a palestra “Como trabalhar a Comunicação Sindical para os Associados e para a Mídia”.


Durante a palestra de abertura proferida pelo secretário de comunicação da Fenam, Waldir Cardoso sobre comunicação sindical o médico abordou a importância e as diversas formas para se trabalhar esse tipo de comunicação.


Na sua fala destacou ainda, que atualmente para uma entidade médica a comunicação é peça fundamental no contato com os associados e que através dela é possível construir uma imagem em busca de credibilidade.


“A comunicação sindical precisa contar com o apoio de uma boa e confiável equipe de comunicadores, mas o mais importante para a entidade é transparecer os seus valores buscando conquistar o associado”, acrescentou o secretário da Fenam.


Dando continuidade a programação a mesa-redonda “Quem é o jornalista, o que ele pensa e o que espera do entrevistado?”, com o jornalista Cassiano Arruda Câmara, e “Quem é o médico, o que pensa e o que espera do entrevistador?” com a exposição de Mário Lins, diretor de finanças do Sindicato dos Médicos do Pernambuco.


À tarde os debates se concentraram nas ações da assessoria de comunicação. A primeira atividade foi uma palestra-prática “Media training – o que é e qual é a importância do media training para dirigentes de entidades médicas”, onde o palestrante Gustavo Farache falou sobre a importância do treinamento para uma boa conduta do entrevistado. E a mesa-redonda “Linguagem e expressões - Como fazer a mídia entender o ‘mediquês’?”, com o expositor Tarcísio Campos, Presidente do Sindicato dos Médicos da Paraíba.


Fonte: SINMED RN

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CDH avalia diligências realizadas em hospitais de emergência no Rio e em São Paulo

Em reunião realizada no dia de hoje (28/09) o Grupo de Trabalho de Emergências da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, avaliou as diligências realizadas nos dias 19 e 20 de setembro nos hospitais Jabaquara, em São Paulo e Souza Aguiar no Rio de Janeiro. Também presentes, representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), Ministério Público Federal e assessores da Comissão e das entidades médicas. Na ocasião os representantes do CFM, Dr. Mauro Ribeiro, e da FENAM, Dr. Waldir Cardoso entregaram à Comissão relatório técnico da situação da atenção às emergências no país e o relatório da Comissão de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ) que acompanhou a visita ao Souza Aguiar.


O Coordenador do Grupo de Trabalho, Deputado Arnaldo Jordy revelou o impacto que as visitas tiveram no grupo de parlamentares e manifestou que a realidade constatada fortaleceu a certeza da importância do trabalho que está sendo desenvolvido pelos deputados para contribuir no sentido de melhorar o atendimento de emergência e a assistência médica no país. Em seguida propôs que o grupo discutisse as medidas a serem tomadas para melhorar o processo diligencial.


Após os debates foi decidido que o documento padrão para fiscalizações em hospitais elaborado pelo CFM e utilizado pelos Conselhos Regionais de Medicina nos estados será utilizado como referência nas diligências; que os Sindicatos Médicos serão responsáveis pela identificação das inconformidades do ponto de vista trabalhista; os Conselhos de Medicina ficarão responsáveis por elaborar os relatórios técnicos das visitas; a Comissão será reforçada com técnicos da Câmara dos Deputados.


Todo o material copilado será condensado em um relatório final com os problemas identificados e as propostas para seu equacionamento. Este documento será assinado por todas as entidades e instituições participantes e, formalmente, entregue ao Presidente da Câmara dos Deputados, Presidente do Senado Federal, Procuradoria Geral do Ministério Público Federal e Ministro da Saúde.


As próximas diligencias serão realizadas em data e locais mantidos sob reserva a fim de evitar que as condições dos hospitais sejam modificadas.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Médicos do SUS irão paralisar dia 25 de outubro

Participei hoje da reunião ampliada da Comissão PROSUS para definir as estratégias da grande mobilização que as entidades médicas nacionais preparam para o dia 25 de outubro. Os eixos centrais do movimento são: Mais recursos para a saúde (10% das receitas correntes brutas da União); Melhor remuneração para o médico (PCCV, salário digno, CBHPM no SUS, concurso público) e Melhor assistência médica para a população.


Amanhã será divulgado um comunicado a todas as entidades médicas de base (Sindicatos, Conselhos, Federaras da AMB e Sociedades de especialidade) com orientações sobre como organizar este grande dia de mobilização. Muitos estados já confirmaram que os médicos vão paralisar. São eles: Minas gerais, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Ceará e Piaui. Os demais estados estão em processo de organização e terão até o dia 11 de outubro para informar a PROSUS, coordenadora do movimento, o que vai acontecer no estado. Também será solicitado às entidades que elaborem documentos com a situação da saúde em sua região. Estas informações serão copiladas num dossiê que a PROSUS pretende entregar ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha no dia 26 de outubro, na sede do CFM.


As entidades de base serão orientadas a buscar apoios institucionais e nos movimentos sociais a fim de potencializar a repercussão do movimento. O financiamento da saúde e a regulamentação da EC29 que tramita no Senado é uma das prioridades. Esclarecer a importância da carreira médica e a defasagem da remuneração do médico no SUS, assim como a precarização dos vínculos também serão enfatizados.


A reunião contou com a presença de representantes de 15 estados da federação representados por entidades médicas do movimento sindical, conselhal e associativo e foi coordenada pelo Conselheiro Aloisio Tibiriça (CFM), Florentino Cardoso (AMB) e Waldir Cardoso (FENAM).

domingo, 25 de setembro de 2011

Giotto di Bondone

Giotto di Bondone mais conhecido simplesmente por Giotto, (Colle Vespignano1266 — Florença1337) foi um pintor e arquiteto italiano.


Nasceu perto de Florença, foi discípulo de Cinni di Pepo, mais conhecido na história da arte por seu apelido, Cimabue, e o introdutor da perspectiva na pintura, durante o renascimento.


Devido ao alto grau de inovação de seu trabalho (ele é considerado o introdutor da perspectiva na pintura da época), Giotto é considerado por Bocaccio o precursor da pintura renascentista. Ele é considerado o elo entre o renascimento e a pintura medieval e a bizantina.


A característica principal do seu trabalho é a identificação da figura dos santos como seres humanos de aparência comum. Esses santos com ar humanizado eram os mais importantes das cenas que pintava, ocupando sempre posição de destaque na pintura. Assim, a pintura de Giotto vem ao encontro de uma visão humanista do mundo, que vai cada vez mais se firmando até ao Renascimento.


Giotto, forma diminutiva de Ambrogio ou Angiolo, não se sabe ao certo, adotou a linguagem visual dos escultores, procurando obter volume e altura realista nas figuras em suas obras. Comparando suas obras com as do seu mestre, elas são muito mais naturalistas, sendo Giotto o pioneiro na introdução do espaço tridimensional na pintura européia. Em seus trabalhos pela Itália, Giotto fez amizades com o Rei de Nápoles e Bocaccio, que o menciona em seu livro, Decameron.


Papa Benedito XI quis empregar Giotto, que passaria então dez anos em Roma. Posteriormente, trabalharia para o Rei de Nápoles. Em 1320, ele retornou à Florença, onde chefiaria a construção da Catedral de Florença. Giotto morreu quando pintava "O Juízo Final" para a capela de Bargello, em Florença.




[caption id="attachment_5012" align="aligncenter" width="300" caption="A Lamentação, na Capella degli Strovegni."][/caption]

Capella degli Scrovegni, também chamada Arena Chapel, em Pádua, é considerada o maior trabalho de Giotto. Ele retrata cenas da Virgem Maria e da Paixão de Cristo e foi criada entre 1303 e 1310.


Aqui, ele quebra as tradições da narração de cenas medievais. A cena da morte de Cristo foi admirada por muitos artistas renascentistas pela força dramática da cena em seu trabalho. Michelangelo, que estudou a obra de Giotto, inspirou-se nesse trabalho para a pintura da Capela Sistina.


Como era comum na decoração do período medieval, a porção oeste da parede é dominada pelo Julgamento Final. São muitos os painéis famosos da Capela, incluindo um com a Adoração dos Magos, em que aparece uma Estrela de Belém semelhante a um cometa. Giotto viu o Cometa Halley em sua aparição em 1301 no céu italiano e é bem provável que esse objeto astronômico tenha influenciado a estrela da Adoração.


Vários outros pintores do norte da Itália foram influenciados por Giotto, incluindo GuarientoGiusto de' MenabuoiJacopo Avanzi e Altichiero.


Fonte: Wikipedia



sábado, 24 de setembro de 2011

Balanço da paralisação de 21 de setembro

Com forte adesão em todo o país, médicos de 23 estados e do Distrito Federal suspenderam, nesta quarta-feira, 21/09, o atendimento aos usuários de planos de saúde, em um protesto organizado pelas três entidades médicas nacionais: FENAM, Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.

Em 15 estados, a paralisação atingiu os planos que se recusaram a negociar reajustes nos honorários ou que apresentaram propostas irrisórias à categoria, bem como os que insistem em manter uma postura antiética na relação com os profissionais. Em nove unidades da Federação, no entanto, o movimento atingiu todas as empresas da área de saúde suplementar.


CONFIRA O RELATO ENCAMINHADO PELOS ESTADOS


Fonte: FENAM




 

 
quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fenam lança rede social exclusiva para médicos

A FENAM colocou hoje no ar uma rede social exclusiva para médicos. Está "batizada" de REDE FENAM e já está aberta a participação de todos os médicos brasileiros. Para integrar a rede o médico tem que se associar. Para tanto basta acessar o endereço da REDE, preencher os campos obrigatórios e entrar. A chave de ingresso é o número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina. O CRM do médico é a chave para ingressar na rede. Uma vez no ambiente virtual o colega poderá criar comunidades, convidar amigos, georreferenciar seu local de trabalho, consultório, etc. Integração com as principais redes sociais e serviços de blog. As principais entidades médicas do país já estão georreferenciadas na rede e poderão ser encontradas pelos participantes. Importante ressaltar que será uma rede não moderada, isto é, a FENAM não terá interferência no conteúdo produzido. A responsabilidade por estes conteúdos será do participante que, ao ingressar na rede, se comprometerá a utilizar a ferramenta de forma civilizada. Não haverá moderação de nenhum tipo, até porque seria impossível moderar a participação de 370.000 médicos brasileiros.


Hoje coordenei, na sede da entidade, mais uma das reuniões entre os diretores da FENAM que tem ajudado a formular as necessidades dos médicos e da FENAM para a rede social e os técnicos da RBW, empresa responsável pelo desenvolvimento da ferramenta. A RBW já tem expertise no desenvolvimento de redes sociais. Recentemente foi lançada a rede social da Fundação Astrogildo Pereira, dedicada a cultura e política, desenvolvida pelos técnicos da referida empresa. A REDE FAP, diferente da REDE FENAM, é uma rede social aberta a participação de qualquer pessoa interessada.


A REDE FENAM não tem a pretensão de competir com gigantes das redes sociais como o Facebook, por exemplo. Nosso objetivo é oferecer ao médico uma alternativa de rede temática onde os colegas médicos possam interagir discutindo nossos problemas, compartilhar nossas alegrias e esperanças no exercício da profissão. Poderá ser também um importante instrumento de mobilização da categoria.  Na fase inicial, denominada "beta", vamos solicitar que os colegas nos ajudem no desenvolvimento apontando falhas e sugerindo a criação de novas facilidades. A fase "beta" se caracteriza exatamente pela necessidade de aprimoramento e é uma estratégia muito comum no ambiente virtual. Fazer funcionar a REDE FENAM é um desafio para o movimento sindical. É uma ferramenta que está de acordo com a política de comunicação da FENAM: estar aberta às novas mídias e interagindo permanentemente com os médicos e com a sociedade.


Colega médico, participe, entre na REDE FENAM clicando AQUI!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Reunião da CAP aprecia 40 projetos de lei

Coordenei hoje a reunião da Comissão de Assuntos Políticos (CAP) que foi realizada na sede da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) em Brasília. Na pauta análise de projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado. Destaco as proposições relavantes e que e merecem a atenção do movimento médico.


Um dos projetos analisados foi o PL 1749/2011 originado no executivo e que "Autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. - EBSERH". A empresa tem por objetivo gerenciar hospitais de ensino ligados ao MEC. Cercada de polêmica, a iniciativa do governo federal foi inicialmente encaminhada ao Congresso sob a forma de medida provisória e foi derrubada no Senado. O governo voltou a carga com um projeto encaminhado sob a forma de Urgência Constitucional. Esta forma de tramitação tranca a pauta do legislativo à semelhança das Medidas Provisórias. Por acordo de lideranças o projeto foi diretamente para o plenário da Câmara dos Deputados onde foi aprovado ontem. Movimentos sociais ligados a educação e o movimento sindical da saúde e das universidades são contra. Nossa Comissão tomou posição e, em nome das entidades médicas, consideramos a matéria relevante e manifestamos posição contrária por entender que precariza o vínculo dos trabalhadores ao adotar o regime celetista como forma de contratação.


A CAP considerou também relevante o PL 532/2011, de autoria do Deputado Dr. Aluisio o qual altera o artigo 192 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para definir que o exercício de trabalho em condição insalubre deve merecer o pagamento de adicional de insalubridade, respectivamente, de 40%, 20% e 10% do salário base do trabalhador ou piso da categoria profissional, segundo se classifiquem nos graus máximo, médio e mínimo. Ao invés de fixar estes percentuais em cima do salário mínimo. A Comissão entende que a Constituição Federal veda a indexação de índices ao  salário mínimo e que é justo que seja calculado em cima do piso da categoria. O PL vai integrar a Agenda Parlamentar da Saúde Responsável e será acompanhado pelas entidades médicas.


Outro projeto que recebeu parecer favorável e integrará nossa Agenda Parlamentar é o PLS 380/2011 de autoria do Senador Eduardo Amorim. O projeto altera a lei nº 9.961, de 2000 que criou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para estabelecer que dentre as competências da agência passe a figurar "definir índices de reajuste dos honorários médicos, procedimentos e eventos em saúde oferecidos pelas operadoras de planos de saúde". Se aprovado, o projeto acaba, definitivamente, com a desculpa da ANS em não arbitrar os valores pagos aos médicos restabelecendo assim o equilíbrio econômico financeiro da relação entre operadoras e prestadores de serviço médico. O PL vai para Agenda Parlamentar e será acompanhado pela CAP.


Finalmente destaco o PL nº 1934/2011 de autoria do Deputado Rogério Carvalho que "Dispõe sobre normas gerais de licitação e contratação de atividades de atenção à cidadania pela administração pública do setor de ensino e de saúde, institui o Termo de Parceria Social nas áreas da Saúde e Educação, e dá outras providências". O objetivo é utilizar a iniciativa privada ou o terceiro setor para realizar serviços junto a estabelecimentos de ensino infantil, médio ou fundamental ou unidades de saúde. Cria uma excepcionalidade legal para a realização de serviços terceirizados no valor de até R$ 30.000,00 e prazo limite de três meses. Exatamente pela excepcionalidade e utilização do expediente da terceirização é que a Comissão decidiu encaminhar o PL para exame das assessorias jurídicas da FENAM, CFM e AMB, além de encaminhar às diretorias para apreciação e posicionamento político.



 
terça-feira, 20 de setembro de 2011

Entidades Médicas realizam visitas no Senado visando regulamentação da medicina

Sen. Eunício Oliveira, Sen Paulo Davim, Dr. Roberto d´Avila, Dr. Salomão Rodrigues e Dr. Waldir Cardoso

Acompanhando membros de todas as entidades médicas (FENAM, CFM e AMB) estive hoje com os Senadores Eunício Oliveira (CE), Paulo Davim (RN) e Antonio Carlos Valadares (SE) para tratar do projeto de lei que Regulamenta a Medicina. O projeto foi aprovado na Câmara e tramita no Senado. Está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e aguarda parecer do Senador Antonio Carlos Valadares.


Para ser votado na Comissão será necessário a realização de uma audiência pública. Com o Senador Eunício Oliveira obtivemos a garantia de que realizará a audiência com brevidade e de forma democrática. Requeremos a participação de todos os interessados para que possamos votar a regulamentação de nossa profissão sem afetar as prerrogativas dos demais membros da equipe de saúde. É bom que se diga que durante a tramitação do processo já reconhecemos e acatamos partilhar tudo aquilo que for em benefício do paciente e da população.


Com o Senador Antonio Carlos Valadares obtivemos a garantia de equilíbrio na elaboração do seu parecer. O senador, profundo conhecedor da matéria, assegurou que agirá dentro do princípio do interesse público o que só fez nos tranquilizar. Nos garantiu que após ouvir as manifestações e debates na audiência pública vai concluir o seu parecer e apresentá-lo para discussão e votação na CCJ.


O senador Paulo Davim tem sido um parlamentar médico que não tem medido esforços para ajudar na busca do entendimento visando acelerar a tramitação no Senado de projetos de interesse da categoria médica. Mais uma vez esteve conosco contribuindo para a consecução dos nossos objetivos institucionais.


sábado, 17 de setembro de 2011

A Presidenta foi Estudanta?!

Uma bela aula de português.


Foi elaborado para acabar de vez com qualquer dúvida se temos presidente ou presidenta. Existe a palavra: PRESIDENTA? Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?


Miriam Rita Moro Mine, da Universidade Federal do Paraná nos ajuda.


No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela  "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".


Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Quando se aposentar

Em 2008 a CONDSEF publicou uma cartilha com orientações sobre a aposentadoria para servidores públicos. Tomamos conhecimento através do colega Antonio José, do SINDMEDICO. Divido com vocês este material. Vejam a introdução e depois entrem no link para ler a íntegra do documento:


“Aposentadoria. o tema interessa a todo trabalhador. Se o trabalhador em questão é servidor público, o assunto ganha outra dimensão. Tudo porque as reformas revidenciárias ocorridas nos últimos dez anos no regime Próprio de Previdência Social (rPPS) transformaram a decisão de se aposentar em um dos momentos mais complicados da vida do servidor.


Tentando trazer informações para auxiliar este momento, a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) elaborou esta cartilha. Um levantamento feito pela assessoria jurídica da Confederação busca auxiliar quem pretende requerer sua aposentadoria baseado nas diversas opções após as emendas Constitucionais nºs 20/1998, 41/2003 e 47/2005.


O objetivo deste material não é apresentar fórmulas mágicas para solucionar os problemas Provocados pelo governo com todas essas reformas.  o que pretendemos é oferecer ao servidor mais informações sobre essas diversas mudanças. dessa forma, antes do seu requerimento definitivo, o servidor terá a cautela e o cuidado necessário em virtude da atual legislação e das possíveis opções existentes e o pouco conhecimento dos órgãos de recursos humanos ao prestar essas informações." Leia mais: QUANDO SE APOSENTAR


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

20 e 21 de setembro: Blitz médica nacional

Os dias 20 e 21  de setembro ficarão para a história do movimento médico. A concentração de atividades protagonizadas por nossas entidades médicas caracterizam uma verdadeira "blitz". Defesa do SUS, CBHPM e Regulamentação da Medicina estão na pauta. Vejamos os detalhes.


Brasília será palco, em 20 de setembro, de uma coletiva à imprensa promovida pelas três entidades médicas nacionais – Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam). Na oportunidade, serão anunciados os detalhes da paralisação em todo o país do atendimento aos planos de saúde, a se realizar na próxima quarta-feira, 21 de setembro.


 Às 10h30, na sede do CFM (SGAS 915 Lote 72 - Asa Sul, Brasília), haverá a apresentação da lista de planos que terão o atendimento interrompido, estado por estado. As lideranças médicas também esclarecerão como funcionarão os serviços de urgência e emergência, além dos próximos passos do movimento.


Ainda no dia 20, acontecerá o I Fórum sobre Regulamentação da Medicina no Auditório Petronio Portela do Senado Federal, das 9h às 17h.


No dia 21 de setembro, em Brasília, haverá café da manhã com parlamentares - na Câmara dos Deputados - quando os médicos entregarão um dossiê da saúde suplementar e defenderão mudanças no setor. Por volta de 11h00, foi solicitada audiência com o ministro da Saúde para colocá-lo a par de todos esses problemas.


Neste dia teremos, em todo o país, a paralisação dos planos de saúde que se recusaram a negociar com as entidades médicas ou que não chegamos a um acordo.


Certamente serão dois dias de muita atividade e que mobilizarão os médicos em todo o país.


Fonte: FENAM e CFM

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Entidades médicas promovem fórum sobre a Lei do Ato Médico no Senado

As entidades médicas nacionais –Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – promoverão em 20 de setembro, no Senado Federal, em Brasília, o I Fórum sobre a Regulamentação da Medicina - A atual conjuntura da medicina brasileira e a regulamentação da profissão médica. O objetivo das entidades é ouvir a opinião dos senadores convidados sobre o tema.


 Nas mesas de discussão, estarão senadores da República que ajudarão a refletir sobre a importância do país ganhar regras claras sobre a regulamentação da medicina. “Nossa proposta é estimular o diálogo e saber a opinião dos parlamentares sobre a regulamentação da medicina e da saúde brasileira”, explicou o membro da Comissão de Assuntos Políticos (CAP), Wirlande da Luz.


 O evento é aberto a todos os interessados e os médicos estão especialmente convidados a participar. Não há necessidade de inscrição . A abertura do fórum contará com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.


SERVIÇO:



I Fórum sobre Regulamentação da Medicina

Projeto de Lei do Senado 268, de 2002

DATA: 20 de setembro de 2011

LOCAL: Auditório Petrônio Portela - Senado Federal. Brasília-DF

HORÁRIO: Das 9h às 17h

INFORMAÇÕES: (61) 3445-5957 / 5900


REALIZAÇÃO: Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam)

Participação livre e gratuita.


Fonte: CFM

II Fórum Nacional de Urgência e Emergência do CFM

As políticas do Ministério da Saúde para o setor de urgência e emergência e seus resultados, a formação do emergencista, a responsabilidade do médico regulador no atendimento pré-hospitalar e aspectos éticos que permeiam a urgência e emergência serão alguns temas do II Fórum Nacional sobre o assunto promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


 Programado para os dias 20 e 21 de outubro, em Brasília (DF), na sede do CFM, o II Fórum Nacional de Urgência e Emergência do CFM deverá reunir especialistas e médicos que atuam na área. Na pauta de discussões também estão: protocolo de classificação de risco e a crise da UTI no Brasil.


Os debates serão conduzidos por representantes de entidades médicas, Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Comissão Nacional de Residência Médica (CNMR), Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), Associação Brasileira de Medicina de Urgência e Emergência (Abramurgem) e Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), entre outros.


Protesto – O fórum acontece em um momento de engajamento das entidades médicas por melhorias no SUS. Na semana posterior ao evento, em 25 de outubro, haverá o Dia Nacional de Paralisação na saúde pública, resultado de um amplo movimento com atividades organizadas pelos estados e que culminará com a presença das lideranças em Brasília para mobilizações no Congresso e no Ministério da Saúde, no dia 26. As dificuldades e desafios do atendimento pré-hospitalar a tornam um dos pontos centrais neste contexto de reivindicações. Confira a Programação. Participe! Inscreva-se AQUI.


Serviço:


II Fórum Nacional de Urgência e Emergência do CFM

Data: 20 e 21 de outubro de 2011

Local: Conselho Federal de Medicina (SGAS 915, Lote 72, Brasília, DF)

Informações: (61) 3445-5940

Fonte: CFM

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Jordy responde: "Ao povo do Pará"

Ao Povo do Pará

Acompanhei com alguma surpresa nas redes sociais a repercussão de parte de uma entrevista que concedi a TV Eldorado, de Marabá, em 2009, e postada num blog local, onde, naquele momento, eu defendia a criação, no futuro, de novos estados, com a redefinição de um pacto federativo que contemplasse um novo desenho geopolítico não só para o Pará, mas para toda a Amazônia.
A surpresa veio exatamente do fato de que essa posição foi defendida abertamente pelo meu partido, o PPS, em todos os foros e, portanto, era uma posição amplamente divulgada em todo o Brasil. O PPS nunca escondeu isso. E eu sou presidente do PPS do Pará.

Portanto, o que foi posto como “novidade”, não passa de uma posição bastante conhecida do partido, e que foi colocada por mim e pelo PPS naquele contexto, onde também defendíamos abertamente a realização de um plebiscito, por entendermos que é um processo legítimo e democrático.

A entrevista, na sua íntegra, mostra que não é impertinente, no futuro, fazer essa repactuação federativa em todo país, precedida de um debate sério e ético onde se considerem fatores como bacias hidrográficas, vocações produtivas macroeconômicas, identidades mesorregionais e melhor distribuição do PIB nacional entre as regiões.

A tentativa de tratar como “novidade” ou “contradição” esse trecho da minha entrevista, não passa de uma “pegadinha” manjada, onde os autores são personagens que não merecem crédito e tem como objetivo confundir a opinião pública e dividir aqueles que são contra a divisão do Pará, no plebiscito que se aproxima.

Nos artigos que publiquei, em 2007 e 2011, na grande imprensa do Pará, e transcritos no meu blog e no meu site (ler aqui), eu disse textualmente que dividir o Pará, hoje, seria fragmentar o subdesenvolvimento e enfraquecer a possibilidade de cobrar do poder central um redesenho do pacto federativo que parece ter sido abandonado.

Essa é a minha posição. Nunca me escondi de qualquer debate. Minha vida pública não é pautada por conveniências, oportunismos ou facilidades de ocasião. Estarei, como sempre estive, na busca da verdade, atuando com lisura, ética e respeito, procurando honrar cada voto que recebi.

Por fim, reafirmo minha crença CONTRA A DIVISÃO DO PARÁ, por entendê-la danosa, neste momento, aos interesses da nossa região e me disponho para este e outros debates que digam respeito aos reais interesses do nosso povo.

Arnaldo Jordy.

21 de SETEMBRO: Movimento ganha força e pretende atingir planos em todo o país

Os médicos darão cartão vermelho contra os abusos cometidos pelas operadoras, como falta de reajustes de honorários ou a interferência na autonomia dos profissionais. O movimento quer chamar a atenção da sociedade para os excessos praticados pelas empresas que penalizam os profissionais e, sobretudo, os pacientes. Entre os problemas relacionados pelas entidades médicas aparecem a negativa em negociar a revisão dos honorários médicos, a oferta de percentuais irrisórios ou a manutenção de medidas que interferem no atendimento dos pacientes.


 “É oportuno que não se misture a insatisfação no atendimento aos planos de saúde com o atendimento prestado aos pacientes. Estes, merecem de fato toda nossa consideração, respeito e acolhida, devem ser bem atendidos com a presteza necessária, a ética suficiente e a técnica adequada às suas necessidades. No entanto as operadoras interferem de maneira muito nociva a autonomia dos profissionais, impedindo, dificultando procedimentos, alterando outros, praticando preços exorbitantes de mensalidades e praticando serias dificuldades no relacionamento com o trabalho  médico,” explicou o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes.


 A paralisação é um desdobramento direto do ato de 7 de abril, quando houve mobilização nacional dos médicos  contra os problemas observados na saúde suplementar. A decisão do formato da paralisação será feita pelas entidades médicas estaduais.Em alguns Estados, a paralisação será feita apenas contra alguns planos, cujos nomes serão divulgados previamente aos médicos e à sociedade. No entanto, em outros há a intenção de suspender o atendimento de forma generalizada por conta de especificidades locais.


 Em Brasília, representantes de conselhos de medicina, de sindicatos médicos, e de associações e sociedades de especialidades definiram os últimos detalhes para o movimento. Na véspera da  paralisação (20 de setembro), os médicos concederão coletiva de imprensa para expor as reivindicações da categoria. As entidades também solicitarão uma audiência com o ministro Alexandre Padilha. 


Fonte: FENAM

sábado, 10 de setembro de 2011

Imhotep, o verdadeiro pai da medicina

O colega Elvio Armando Tuoto é medico do Paraná e tem um blog dedicado à história da medicina. Em fevereiro escreveu um post sobre Imhotep, médico egipcio que viveu no Egito entre 2667 a.C - 2648 a.C. É considerado por muitos o verdadeiro pai da medicina. Como era africano, perdeu o título para hipócrates. Leiam um pouco aqui e depois o post completo no blog do Armando.


"Imhotep foi venerado como deus e médico no período aproximado de 2850 a.C. a 525 a.C., e como uma dividindade plena de 525 a.C a 550 d.C. Imhotep viveu durante a Terceira Dinastia, na corte do faraó Zoser (ou Djoser), desempenhando as funções de escriba, vizir, sacerdote, arquiteto, filósofo, poeta, astrônomo e mago (a medicina e a magia eram praticadas em conjunto). Durante 3.000 anos foi venerado como divindade na Grécia e em Roma. Os primeiros cristãos o exaltavam como o <Príncipe da Paz>.


Em Mênfis, onde Imhotep viveu, havia um templo dedicado especialmente à cura de doenças oftálmicas. Quando os egípcios cruzaram o Mediterrâneo, propiciando a fundação da cultura grega, os ensinamentos de Imhotep foram absorvidos pelos helênicos. Os gregos o chamavam de <Imouthes> e reconheceram nele atributos do seu deus da medicina, Asclépio. Os templos gregos em homenagem a Imhotep tornaram-se centros de ensino da ciência médica. A veneração a Imhotep teria perdurado, segundo algumas fontes, até a invasão do norte da África pelos árabes no século 7 d.C..


Imhotep foi relegado ao esquecimento pelos gregos durante muitos séculos até surgir, 2.000 anos depois do egípcio, a figura lendária de Hipócrates, o qual ficou conhecido como o <Pai da Medicina>. Sir William Osler (1849-1919), uma das maiores personalidades da medicina moderna, considerava Imhotep o verdadeiro Pai da Medicina. Imhotep diagnosticou e tratou mais de 200 doenças, 15 enfermidades abdominais, 11 da bexiga, 10 do reto, 29 dos olhos e 18 da pele, cabelo, unhas e língua. Extraia medicamentos a partir de ervas. Tratava tuberculose, litíase biliar, apendicite, gota e artrite. Também realizava cirurgias e procedimentos odontológicos. Imhotep conhecia a posição e a função dos órgãos vitais e também conhecia a circulação sangüínea. Nas pinturas egípcias, Imhotep geralmente é representado sentado segurando um bastão (cajado) com a mão direita, simbolizando seu poder e uma Ankth ou Crux Ansata na mão esquerda, a qual é a Chave do Nilo, um símbolo da vida." CONTINUA.


Fonte: História da Medicina by Elvio A. Tuoto

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

SINDMEPA emana recomendação aos médicos



AOS MÉDICOS DO PARÁ


RECOMENDAÇÃO



        Considerando os recentes incidentes envolvendo médicos e autoridades policiais; considerando recomendações emanadas de membros do Ministério Público Estadual; considerando a necessidade de resguardar a integridade física, a honra e a imagem dos médicos que atuam no estado do Pará; considerando a intranquilidade e insegurança para o exercício da medicina no estado; considerando a verdadeira campanha difamatória contra a categoria na tentativa de responsabilizá-la pelo caos na atenção a saúde, particularmente no setor de emergência, o Sindicato dos Médicos do Pará recomenda a todos os médicos:




  1. Conforme preceitua o Código de Ética Médica e os cânones hipocráticos continuar atendendo todos os pacientes que lhe chegarem sempre que estiver de plantão em serviços de urgência ou hospitais;

  2. Não tentar explicar a pacientes ou familiares e autoridades civil ou militar a inoperância do serviço público, particularmente a falta de leitos. Esta responsabilidade é do gestor ou diretor técnico.

  3. Sempre que avaliar que as condições de trabalho são inadequadas colocando em risco: (1) a saúde dos pacientes atendidos ou internados; (2) a sua integridade física e/ou a da equipe de plantão dirigir-se, após o plantão, a uma delegacia de policia e lavrar competente boletim de ocorrência;

  4. Condições de trabalho que impeçam ou dificultem o bom exercício da medicina devem ser consignadas nos prontuários médicos e comunicadas, por escrito, ao Conselho Regional de Medicina;

  5. Para a consecução das recomendações aqui elencadas e em caso de problemas com autoridades policiais o SINDMEPA está à disposição para apoio e orientações pelo fone 9989-3386 (SOS SINDMEPA).


Diretoria Colegiada



Fonte: SINDMEPA

domingo, 4 de setembro de 2011

FENAM divulga ações contra a terceirização de serviços públicos de saúde

Fruto de um primoroso trabalho coordenado pela Secretaria de Assuntos Jurídicos, a Federação Nacional dos Médicos (FENAM) divulga orientações aos sindicatos médicos no sentido de contrapor a sistemática de terceirizar os serviços de Saúde que vem sendo adotada pelos Governos, tanto Federal, quanto Estaduais. Entendo que diante da generalizada prática de privatização dos hospitais públicos em todo o país, as orientações são importantíssimas não só para uso do movimento sindical médico, mas para toda e qualquer entidade da sociedade civil que, assim como nós, esteja indignada com esta situação. As terceirizações levam a quarterização da assistência médica precarizando ainda mais o trabalho médico e baixando a qualidade da assistência médica hospitalar.


As recomendações são as seguintes:


1) Quer seja administrativamente, quer seja judicialmente, buscar o inteiro teor dos autos do procedimento administrativo onde se deu a terceirização, a fim de verificar no mesmo ilegalidades que propiciem o embasamento para arguição de nulidade do certame, em sua fase interna ou externa;


2) Propor denúncia relativa a terceirização da unidade de saúde junto ao Tribunal de Contas da Entidade Federada;

3) Propor denúncia  relativa a terceirização da unidade de saúde junto ao Ministério Público Estadual, Federal e do Trabalho (objetivando embasar Ação Civil Pública);

4) Propor denúncia a Auditoria Geral do Estado, quando existente na unidade federativa;

5) Propor de imediato denúncia junto ao Conselho Federal e Regional;

6) Ingressar pela entidade com a competente Ação de Conhecimento, no sentido de demonstrar em Juízo a lesão ora a Ordem Jurídica, ora ao Patrimônio. (Havendo a possibilidade buscar a inconstitucionalidade do ato por intermédio do Controle Difuso), atentando que não obstante tratar-se da Concessão de Serviço Público, por muitas vezes envolve a cessão da posse de um imóvel público, sem haver qualquer desdobramento contábil e financeiro disso nos valores praticados na dita concessão, sendo manifesta a lesão ao erário);

7) Verificar se houve parecer favorável dos Conselhos de Saúde e não havendo provocar o pronunciamento através de denúncia.

As recomendações contantes dos itens da presente orientação não tem o caráter normativo e obrigatório, e nem infirmam a autonomia de cada ente filiado, devendo este, proceder caso a caso, junto às suas assessorias jurídicas e seus associados, com a verificação da viabilidade e conveniência das medidas a serem adotadas em sua base territorial.


Fonte: Secretaria de Assuntos Jurídicos da FENAM

sábado, 3 de setembro de 2011

O rococó

[caption id="attachment_4713" align="alignleft" width="255" caption="Palácio de Schonbrunn Viena - XVIII"][/caption]

O rococó é um estilo que se desenvolveu principalmente no sul da Alemanha, Austria e França, entre 1730 e 1780, caracterizado pelo excesso de curvas caprichosas e pela profusão de elementos decorativos como conchas, laços, flôres e folhagens, que buscavam uma elegância requintada. O nome vem do francês rocaille (concha, cascalho), um dos elementos decorativos mais característicos desse estilo. Para muitos teóricos, o rococó nada mais é do que a coroação do barroco. Porém, embora à primeira vista suas formas lembrem maneirismos ainda mais intrincados do que os do período anterior, sua filosofia é bem diferente.

Existe uma alegria na decoração carregada, na teatralidade, na refinada artificialidade dos detalhes, mas sem a dramaticidade pesada nem a religiosidade do barroco. Tenta-se, pelo exagero, se comemorar a alegria de viver, um espírito que se reflete inclusive nas obras sacras, em que o amor de Deus pelo homem assume agora a forma de uma infinidade de anjinhos rechonchudos. Tudo é mais leve, como a despreocupada vida nas grandes cortes de Paris ou Viena.

O estilo colorido e galante predomina principalmente na decoração do interior de igrejas, palácios e teatros, mas também produz obras inquietantes na pintura e na escultura.

[caption id="attachment_4716" align="alignleft" width="278" caption="A Kaisersaal do Palácio de Wurzburg"][/caption]

Na arquitetura, o rococó adquiriu importância principalmente no sul da Alemanha e na França. Suas principais características são uma exagerada tendência para a decoração carregada, tanto nas fachadas quanto nos interiores. As cúpulas das igrejas, menores que as das barrocas, multiplicam-se. As paredes ficam mais claras, com tons pastel e o branco. Guarnições douradas de ramos e flores, povoadas de anjinhos, contornam janelas ovais, servindo para quebrar a rigidez das paredes. O mesmo acontecia com a arquitetura palaciana.

A expressão máxima do rococó na arquitetura palaciana são os pequenos pavilhões e abrigos de caça dos jardins. Construídas para o lazer dos membros da corte, essas edificações, decoradas com molduras em forma de argolas e folhas transmitiam uma atmosfera de mundo ideal. Para completar essa imagem dissimulada, surgiam no teto, imitando o céu, cenas bucólicas em tons pastel.

No Brasil o estilo revelou-se tardiamente, no início do século XIX, na escultura de madeira e de pedra-sabão, na pintura mural e na arquitetura, com José Pereira Arouca, Francisco Xavier de Brito, Manuel da Costa Ataíde e António Francisco Lisboa, o Aleijadinho.

Leia mais: AQUI

Fonte: Historianet
sexta-feira, 2 de setembro de 2011

PEC 74/2011 cria a carreira de Dentista de Estado

Os deputados democratas Mendonça Prado (SE) e Ronaldo Caiado (GO) apresentaram uma Proposta de Emenda a Constituição (PEC n.º 74/2011) com a finalidade de criar a carreira de cirurgião-dentista de Estado. “O fortalecimento dos profissionais que atuam nas áreas exclusivas de Estado é um requisito fundamental para garantir a qualidade e a continuidade da prestação de serviços oferecidos pelo Estado”, justificam.


De acordo com o texto do projeto, o cargo será efetivo, ocupado mediante concurso público, e terá regime de dedicação exclusiva. A ascensão funcional será de acordo com o merecimento considerando o aperfeiçoamento profissional e antiguidade. A remuneração da carreira valorizará o tempo de serviço e os níveis de qualificação na área médica, sendo o piso profissional nacional fixado por lei. Inicialmente, um cirurgião-dentista estadual irá receber R$ 15.187,00, reajustado anualmente.


A lei nº 5.081/66, que regulamenta o exercício da odontologia, estabelece que além dos médicos, os cirurgiões-dentistas são os únicos profissionais que tem o direito de prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas, atestar estados mórbidos e outros para justificação de faltas ao emprego, aplicar anestesia local e troncular, empregar analgesia e hipnose, e prescrever e aplicar medicação de urgência nos casos de acidentes graves que comprometam a vida e a saúde do paciente. Além disso, junto com médicos e enfermeiros, os cirurgiões-dentistas são os únicos profissionais de saúde que foram incluídos na Estratégia de Saúde da Família (PSF), com incentivos diretos do Governo Federal e reconhecimento da importância da Odontologia para a saúde familiar. As ações deste programa incluem o incentivo de saúde bucal, promovendo a prevenção de doenças e agravos e a melhoria dos índices epidemiológicos.


Fonte: Izys Moreira – Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cremego adota piso salarial da Fenam para médicos fiscais

[caption id="attachment_4874" align="alignleft" width="208" caption="Aprovada em agosto pela diretoria do Cremego, a adoção do piso salarial da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) é retroativa a maio de 2011. Com essa medida, o Cremego põe em prática para os médicos de seu quadro de fiscais um benefício que reivindica para toda a classe médica."][/caption]

Reunida no dia 11 de agosto, a diretoria do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) aprovou a adoção do piso salarial da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) como parâmetro para a remuneração dos médicos fiscais contratados pelo Conselho. A medida é retroativa a maio de 2011 e prevê o pagamento de 70% do piso até abril de 2012; 85% entre maio de 2012 e abril de 2013 e 100% a partir de maio de 2013.


Calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o piso atualmente está fixado em R$ 9.188,22. O reajuste salarial dos médicos fiscais do Cremego acompanhará o aumento estipulado pela Fenam. Assim, a partir de maio de 2013, o salário mensal do médico fiscal será igual ao piso fixado pela Federação.


         “Com a adoção desse piso, o Cremego põe em prática um direito que reivindica para toda a classe médica”, explica o presidente do Conselho, Salomão Rodrigues Filho. O Cremego defende a implantação do piso salarial da Fenam para a remuneração dos médicos tanto na rede pública quanto nos serviços privados.


         Para a adoção do piso salarial dos médicos fiscais, o Cremego considerou o previsto no inciso III do Capítulo I do Código de Ética Médica, que estabelece que “para exercer a medicina com honra e dignidade, o médico necessita ter boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa”. Atualmente, o quadro de médicos fiscais do Cremego é composto por quatro profissionais.


Fonte: CREMEGO

Em São Paulo Ginecologistas e obstetras suspendem atendimento a planos de saúde de 1 a 3 de setembro

Nos dias 1º, 2 e 3 de setembro, os ginecologistas e obstetras de São Paulo suspendem o atendimento a todos os planos e seguros de saúde em protesto contra os honorários pagos no sistema de saúde suplementar. A classe acredita que cerca de 6 mil especialistas participarão de protestos durante o Congresso Paulista de Obstetrícia e Ginecologia.


A proposta da Sogesp para as operadoras de planos de saúde consiste nos seguintes pontos: adoção da CBHPM 2010 para todos os procedimentos e R$ 80,00 para as consultas; fixação de um critério de reajuste anual nos contratos com os credenciados; além do fim das interferências que prejudicam a assistência adequada às pacientes.


“Chegamos ao limite. A Sogesp buscou o diálogo. Mas a postura intransigente das operadoras requer resposta vigorosa. A prática da especialidade na saúde suplementar tornou-se inviável em São Paulo. Os honorários vis têm levado muitos colegas a fechar consultórios, pois estão quebrando. Exigimos dignidade para nós e para os pacientes”, pontua César Eduardo Fernandes, presidente da Sogesp, em comunicado.


A interrupção da prestação de serviços aos planos abrangerá somente os atendimentos eletivos. As urgências e emergências estarão garantidas.


“A paciente pode ficar tranquila, pois daremos todo o suporte que necessitar. Aliás, já faz quase dois meses que orientamos os colegas a remarcar as consultas e procedimentos eletivos para outras datas, de forma a evitar eventuais transtornos”, informa Maria Rita de Souza Mesquita, coordenadora da Comissão de Honorários Médicos da entidade. “Nosso movimento, sempre é bom frisar, busca a defesa dos direitos de assistência adequada dos cidadãos, além da valorização profissional.”


Movimento Estadual


Em setembro inicia-se o rodízio da suspensão do atendimento a planos de saúde aprovado em assembleia estadual dos médicos de São Paulo em 30 de julho. Os primeiros a parar serão os ginecologistas e obstetras.


Em seguida, interromperão o atendimento a um determinado grupo de planos a otorrinolaringologia (8 a 10 de setembro), pediatria (14 a 16 de setembro), cardiologia (16 a 19 de setembro), ortopedia e traumatologia (19 e 20 de setembro), pneumologia (21 a 23 de setembro) e cirurgia plástica (28 a 30 de setembro). A anestesiologia acompanhará as especialidades paradas não fazendo procedimentos das mesmas.


A Sociedade lembra que recente pesquisa Datafolha, encomendada pela Associação Paulista de Medicina e Associação Médica Brasileira, registra que 8 em cada 10 médicos brasileiros sofrem interferência para reduzir pedidos de exames e de internações, para antecipar altas, entre outros problemas.


Segundo a entidade, outro artifício são as propostas de remunerar melhor o profissional que solicite menos exames ou procedimentos diversos, conhecido pelo nome de “pagamento por performance”.


Fonte: UOL Notícias

21 de setembro: cartão vermelho para as operadoras de saúde que não querem negociar

“Cartão vermelho para os planos que não querem negociar com os médicos”, é com esse mote que as entidades médicas nacionais e estaduais protestarão contra as operadoras de saúde que se recurarem a negociar a revisão dos honorários médicos ou que apresentaram propostas consideradas irrisórias pelos médicos. A paralisação, programada para o próximo dia 21, é um desdobramento direto do ato de 7 de abril, quando houve mobilização nacional dos médicos contra os problemas observados na saúde suplementar. Entretanto, desta vez, os profissionais trabalharão normalmente, suspendendo apenas o atendimento a esses planos por 24 horas como forma de protesto.


Na manhã desta quinta-feira (1º), a Comissão de Saúde Suplementar, se reuniu com representantes de sindicatos, associações e conselhos de medicina de diversas regiões em sua reunião ampliada para tirar dúvidas, traçar detalhes e estratégias para a paralisação.


Os médicos exigem das operadoras a revisão dos valores pagos por consultas e outros serviços, tendo como parâmetro e referência a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). Também cobram o fim da interferência antiética das operadoras na autonomia do profissional.


21 de setembro:


Durante o encontro os estados apresentaram os resultados preliminares das negociações com os planos de saúde em suas regiões e o que cada região está programando para divulgar o protesto.


As ações nacionais do movimento também foram definidas. Entre elas, ficou estabelecido que as Comissões Estaduais terão até o dia 14 de setembro para enviar para a Comissão Nacional a lista dos planos que terão o atendimento paralisado no dia 21. A formalização da lista deve ser enviada para o e-mail da Comissão de Saúde Suplementar: comsu@portalmedico.org.br


Estima-se que na véspera do movimento (20) esses dados, serão inseridos no “Dossiê da Saúde Suplementar”, que será elaborado pelas entidades nacionais, e entregues à parlamentares, diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e gestores públicos no intuito de alertar às autoridades competentes do descaso de determinadas operadoras de saúde.


No dia 21, um café da manhã já está agendado com parlamentares, no Congresso Nacional, para a discussão do tema.


Fonte: FENAM

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