terça-feira, 13 de setembro de 2011

21 de SETEMBRO: Movimento ganha força e pretende atingir planos em todo o país

Os médicos darão cartão vermelho contra os abusos cometidos pelas operadoras, como falta de reajustes de honorários ou a interferência na autonomia dos profissionais. O movimento quer chamar a atenção da sociedade para os excessos praticados pelas empresas que penalizam os profissionais e, sobretudo, os pacientes. Entre os problemas relacionados pelas entidades médicas aparecem a negativa em negociar a revisão dos honorários médicos, a oferta de percentuais irrisórios ou a manutenção de medidas que interferem no atendimento dos pacientes.


 “É oportuno que não se misture a insatisfação no atendimento aos planos de saúde com o atendimento prestado aos pacientes. Estes, merecem de fato toda nossa consideração, respeito e acolhida, devem ser bem atendidos com a presteza necessária, a ética suficiente e a técnica adequada às suas necessidades. No entanto as operadoras interferem de maneira muito nociva a autonomia dos profissionais, impedindo, dificultando procedimentos, alterando outros, praticando preços exorbitantes de mensalidades e praticando serias dificuldades no relacionamento com o trabalho  médico,” explicou o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes.


 A paralisação é um desdobramento direto do ato de 7 de abril, quando houve mobilização nacional dos médicos  contra os problemas observados na saúde suplementar. A decisão do formato da paralisação será feita pelas entidades médicas estaduais.Em alguns Estados, a paralisação será feita apenas contra alguns planos, cujos nomes serão divulgados previamente aos médicos e à sociedade. No entanto, em outros há a intenção de suspender o atendimento de forma generalizada por conta de especificidades locais.


 Em Brasília, representantes de conselhos de medicina, de sindicatos médicos, e de associações e sociedades de especialidades definiram os últimos detalhes para o movimento. Na véspera da  paralisação (20 de setembro), os médicos concederão coletiva de imprensa para expor as reivindicações da categoria. As entidades também solicitarão uma audiência com o ministro Alexandre Padilha. 


Fonte: FENAM

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